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| Autor: Camila Baltrusch |
| China in Box |
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Caixinha de sucesso
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| Robinson Shiba: meta é conquistar a Europa |
Robinson Shiba é prova de que o espírito empreendedor, somado ao senso de observação, resulta em negócio de grande sucesso no Brasil. Formado em odontologia, ele decidiu fechar seus três consultórios e apostar em um serviço que havia visto em 1992 nos Estados Unidos nos tempos de estudante universitário: o delivery de comida chinesa, uma atividade que ainda não existia no País. Nascia ali, o China in Box que tem como sócios os irmãos Shiba (Hideaki, Robinson e Helen). “Percebi que comer comida chinesa em uma caixinha era um costume que atraía milhares de americanos”, conta Robinson Shiba. “Era barato e gostoso. Achei que esse hábito poderia se tornar um negócio interessante também no Brasil”, lembra.
Estava certo. Hoje, a marca é um dos empreendimentos de maior sucesso no Brasil e também uma das mais procuradas do setor de franquia. A primeira loja foi aberta em 1993, no bairro de Moema (SP) e, no mesmo ano, outras cinco unidades próprias foram inauguradas em São Paulo.
A rede China In Box totaliza 116 lojas instaladas em todas as regiões do País, incluindo duas na cidade de Guadalajara, México. No ano passado, foram inauguradas em média de 3 lojas por mês. Seu próximo passo é expandir a rede na Europa. O faturamento anual da China In Box no ano de 2000 ficou em R$ 25 milhões.
Hoje a rede vende, em média, nada menos que 1 milhão e 800 mil pratos de comida chinesa por mês e conta com um crescimento de 7% ao ano. Embalado por tamanho sucesso, Shiba partiu para popularizar a comida japonesa: abriu o Gendai, outra rede de franquias, que fatura R$ 1,4 milhão ao ano. “Era difícil encontrar comida japonesa no fast-food de um shopping. Foi daí que resolvi abrir o Gendai”, explica.
Dono de outros oito negócios, Shiba pretende investir agora no setor de confecção infantil. “Tenho uma filhinha de 3 anos e vejo o quanto ela usa de roupa. Acho que é um ramo promissor”, revela.
Além de empresário, Shiba é presidente da Comissão de Ética da Associação Brasileira de Franquias (ABF). “Meu intuito é tirar as maçãs podres do franchising”, afirma.
Para ele, investir em franquias ainda é o melhor negócio para quem quer começar em determinado ramo. “O índice de negócios que fecham são bem menores quando são franquias. O risco é mais baixo”, afirma.
Franquia China In Box
A metragem mínima é de 130m de área útil. Para sua operação são necessários entre 15 e 20 funcionários, incluindo entregadores. O capital mínimo para abertura da loja é de R$ 150.000,00 incluindo custos com obra civil, equipamentos, marcenaria, taxa de franquia, duas linhas telefônicas e estoque inicial. O capital de giro fica em torno de R$ 20 mil. A previsão de retorno é de aproximadamente 24 meses. Mensalmente, são destinados ao franqueador 8% do faturamento bruto da franquia, sendo 6% correspondentes a royalties e 2% ao fundo de propaganda.
Não existe uma fábrica para produção do cardápio China In Box. Cada loja possui sua própria cozinha. Os pratos são preparados no momento em que o cliente faz o pedido. Existe um treinamento aos cozinheiros para que o padrão seja seguido à risca, principalmente quanto aos temperos.
Por enquanto, a abertura de franquias China In Box no Estado de São Paulo está suspensa. Em outras localidades, a abertura está sendo administrada por Master Franqueados regionais.
Mais informações no site www.chinainbox.com.br ou pelo e-mail:info@chinainbox.com.br
Leia história de franquedo China in Box · O bom negócio da comida chinesa - Delivery de São Paulo fatura cerca de R$ 80 mil mensais |
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